2016-12-06

26 Municípios já têm estratégia de adaptação às alterações climáticas

Depois de dois anos de trabalho, a equipa do projecto ClimAdaPT.Local reúne-se, na próxima sexta-feira (9 de Dezembro), em Coimbra, para apresentar conclusões e dar a conhecer o que está a ser feito à escala local e nacional na adaptação às alterações climáticas, estabelecendo os alicerces para o futuro da Adaptação Local em Portugal.

 

Neste encontro, os 26 municípios que beneficiaram da iniciativa, que decorreu entre 2014 e 2016, vão apresentar as suas Estratégias Municipais de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC). Entre os participantes estão Amarante, Barreiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Castelo de Vide, Coruche, Évora, Ferreira do Alentejo, Figueira da Foz, Funchal, Guimarães, Ílhavo, Leiria, Lisboa, Loulé, Montalegre, Odemira, Porto, São João da Pesqueira, Seia, Tomar, Tondela, Torres Vedras, Viana do Castelo e Vila Franca do Campo. Os 52 técnicos municipais envolvidos na elaboração das EMAAC vão também obter um certificado no âmbito do projecto.

 

Com vista ao futuro, as entidades presentes vão assinar uma Carta de Compromisso para a criação da Rede Nacional de Municípios para a Adaptação às Alterações Climáticas.

 

Para além dos testemunhos nacionais, o seminário de encerramento do ClimAdaPT.Local vai ainda contar com o contributo de especialistas internacionais. Para conhecer vão estar experiências na Noruega e Espanha.

 

O projecto ClimAdaPT.Local está integrado no Programa AdaPT, gerido pela Agência Portuguesa do Ambiente, IP (APA, IP), enquanto gestora do Fundo Português de Carbono (FPC), no valor total de 1,5 milhões de euros co-financiados a 85% pelo EEA Grants e a 15% pelo FPC. O projecto beneficia de um apoio de 1,270 milhões de euros da Islândia, Liechtenstein e Noruega através do programa EEAGrants, e de 224 mil euros através do FPC.

 

O consórcio responsável pelo ClimAdaPT.Local é liderado pelo centro de investigação CCIAM/CE3C da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e constituído por entidades portuguesas e norueguesas (académicas, empresas, ONG e municípios) – entre as quais a Quercus – envolvidas em estudos, elaboração de estratégias e implementação de ações de adaptação, assim como no planeamento e gestão do território ao nível municipal e regional.

 

O programa do seminário de encerramento pode ser consultado aqui.

 

 

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